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sábado, 19 de abril de 2014

Caldas Novas


  Caldas Novas é conhecida pelas propriedades termais de suas águas quentes, que podem chegar até 51º C. Entre as propriedades das águas estão a diminuição da pressão arterial, a eliminação do stress e do cansaço, o auxílio em problemas reumáticos e gastrointestinais, a desintoxicação do organismo e estímulo das glândulas endócrinas, uma acentuada elevação do vigor sexual, entre outras. Porém, para quem procura atrações fora do circuito das águas quentes, encontrará diversas opções para a prática de esportes de aventura.

Parque do Japones
Parque do Japones


  Na época do Brasil Colônia, a cidade pertencia à Capitania de São Paulo e de 1722 datam os primeiros registros das riquezas minerais. Na época, um dos grupos liderados por Bartolomeu Bueno localizou as águas quentes pela primeira vez enquanto procuravam por ouro na região serrana. A descoberta levou à procura de novos locais termais, que foram chamados de Caldas Novas, para diferenciar da área serrana, denominada Caldas Velhas. No fim do século XVIII, com a extinção da era da mineração, o conhecimento das propriedades termais foi aumentando.

Mountain bike no entorno da Serra de Caldas Novas

Precurso de bike de 80 km no entorno do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas


  Em janeiro de 1920 a Ponte São Bento foi inaugurada sobre o Rio Corumbá, ligando Caldas Novas a Ipameri, rompendo de vez o isolamento secular que limitava as possibilidades de crescimento de Caldas Novas e de todas as localidades da região. Durante muito tempo acreditou-se que as águas quentes tinham como fonte um vulcão inativo que existia embaixo da cidade. Porém, hoje em dia estudos comprovaram que o terreno é repleto de fendas e constituído predominantemente de quartzito e uma combinação de rochas porosas com fraturas no solo. Esse tipo de rocha permite que a água desça até campos mais quentes que a superfície e retorne com temperaturas mais altas.



O clima de Caldas Novas é caracterizado como tropical quente e úmido, com temperaturas chegando no máximo à 35º. Durante quase todo o ano predomina a estação seca e as chuvas duram aproximadamente três meses.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

vitivinícolas no Nordeste




  A paisagem árida da caatinga, com seus cactos, xiquexiques e mandacarus, esconde a segunda maior região produtora de vinhos do Brasil. Graças a um moderno sistema de irrigação, o Vale do Rio São Francisco das histórias de Euclides da Cunha ganhou grandes extensões de parreirais cheias de viço, unindo o sabor das bebidas produzidas à riqueza da culinária nordestina. Um prato cheio para quem gosta de conhecer o mundo correndo. Com a Wine Run, meia maratona que agitará a região entre 15 e 17 de novembro, os atletas-turistas poderão desbravar esse lado pouco conhecido do Nordeste, às margens do Velho Chico. Atualmente, 15 vitivinícolas estão instaladas no Vale do São Francisco, formando a rota do vinho nordestina, com estrutura ideal para visitação. Um dos destaques é a vitivinícola Santa Maria, da Vinibrasil, em Lagoa Grande, a 40 minutos de Petrolina (PE). É a produtora dos vinhos Rio Sol, únicos no mundo cultivados no paralelo 8. Para os participantes da Wine Run, a visita já está inclusa na programação do evento. "Aqui você pode enxergar as quatro estações do ano e os quatro estágios de formação das uvas", garante André Arruda, diretor comercial da Vinibrasil. Graças ao clima tropical, os visitantes observam desde a formação dos primeiros cachos até as uvas já maduras que darão origem ao vinho, oportunidade que causa surpresa. O passeio pela propriedade da Santa Maria, onde a caatinga e as árvores tropicais convivem com as videiras, segue pela adega, onde é mostrado o processo de engarrafamento, com um mini curso sobre vinhos. No final do passeio, os turistas podem almoçar na casa-sede, às margens do São Francisco, desgustando espumantes e pratos típicos a base de cabrito, frango e peixe. A paisagem exuberante do local também poderá ser vista na TV Globo, em janeiro de 2014 - a fazenda foi o cenário escolhido para as filmagens da minissérie Amores Roubados. Rota das águas e dos vinhos Outro passeio obrigatório é o Vapor do Vinho, também incluso na programação de quem vai participar da Wine Run. O roteiro geralmente começa em Juazeiro (BA) e segue para o município de Sobradinho, de onde o turista parte numa embarcação típica rumo ao Lago de Sobradinho, para conhecer a barragem e passar pela eclusa (um tipo de elevador de águas). Ao som de música regional e poesias recitadas pelos tripulantes, o barco vai até a vinícola Ouro Verde em Casa Nova (BA). No local, propriedade da Miolo, uma das principais produtoras de vinho do País, os visitantes aprendem mais sobre a elaboração dos diferentes tipos da bebida e visitam a destilaria para observar a produção de brandy. "Como o Rio São Francisco está muito cheio, nesta época, o passeio em novembro vai se inverter e começar pela nossa vinícola", explica Flávio Durante, gerente da Miolo. As visitas à vinícola Ouro Verde podem ser feitas de segunda a sábado. "O interesse pela nossa região vem crescendo tanto que estamos pensando em abrir a visitação também aos domingos. Os visitantes sempre se surpreendem muito ao saber que aqui temos mais de uma safra, o que não acontece em nenhuma outra região no mundo", ressalta.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

JALAPAO








  O Jalapão é um dos mais novos destinos de Natureza do Brasil.

Situado no coração do Brasil, estado do Tocantins, na divisa com Bahia, Maranhão e Piauí, possui uma das menores densidades populacionais do país.


  A dificuldade de acesso do Jalapão foi a grande responsável pela preservação deste santuário, onde de veredas virgens aflora água cristalina e abundante, formando inúmeros rios, em meio a uma paisagem árida e bela. Estas condições proporcionam vida a uma diversidade incrível de animais e plantas totalmente adaptada a esta região do cerrado.


  Outrora o Jalapão era desafiado apenas porcaravanas de tropeiros que atravessavam em viagens épicas este sertão bravio na direção do Vale do rio Tocantins. Hoje ainda, o Jalapao, mantém muitas de suas características originais e promete, graças a diversas Unidades de Conservação e ao Turismo Sustentável, se consolidar como a maior área de preservação contínua da savana Brasileira.







Animais do Jalapão – Onça pintada,onça suçuarana , lobo guará, raposa, cachorro do mato, ema, sucuri, tucanos , araras e papagaios Além das espécies de fauna comuns do cerrado, se encontram também o pato de penacho, praticamente extinto e diversos relatos da presença da ararinha azul,considerada extinta na natureza.


  A melhor época para se conhecer o Jalapão é o ano inteiro. Tem a Chamada época de chuvas, que vai de Dezembro à Março (época de chuvas praticamente no Brasil inteiro), porém geralmente ocorrem apenas pancadas de chuvas, nada que atrapalhe a realização do roteiro. O que poderá ocorrer eventualmente, é alguma alteração nos horários dos passeios para melhor aproveitar as atrações. O clima fica mais ameno e a vegetação mais verde. O Jalapão é uma região quente o ano inteiro. Durante o dia, a temperatura varia de 30º a 35ºC, e as noites são frias (Maio a Agosto) variando de 13 a 20ºC, dependendo da época do ano.





quinta-feira, 3 de abril de 2014

Parque Nacional das Emas

Rio Formoso, o principal curso d água do Parque


Considerado o santuário ecológico do cerrado brasileiro, o Parque Nacional das Emas surpreende e encanta ambientalistas, fotógrafos, cinegrafistas, visitantes e, sobretudo, os pesquisadores pela sua rica diversidade de espécies tanto de animais quanto vegetais. Caminhar por este Parque é como se estivesse, literalmente, dentro de um zoológico a céu aberto.
Criado em janeiro de 1961 com o objetivo de preservar um dos ecossistemas mais frágeis do Brasil e também proteger a ema, maior ave brasileira que chega a alcançar 1,5 metros de altura, é a única Unidade de Conservação que apresenta todos os tipos de cerrados existentes no país. Por isso, em dezembro de 2001, foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade, pela UNESCO.
Está situado no sudoeste goiano, entre os municípios de Mineiros e Chapadão do Céu, fazendo divisa com os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde também abrange parte do município de Costa Rica, nas terras altas das nascentes do Rio Araguaia, com área de 132 mil hectares. Limita-se ao norte pelo Rio Jacuba e ao sul pelo Rio Formoso – um recanto de grande exuberância e, ao mesmo tempo, tão frágil.
História - No Planalto Central, há cerca de 10 mil anos, os povos caçadores e coletores deixaram suas marcas, na forma de pinturas rupestres e através dos artefatos de pedra e cerâmica, nas grutas que habitavam para se protegerem do ambiente frio e árido.
Mais recentemente, o clima, semelhante ao atual, fez com que a ocupação humana se espalhasse pelos vales férteis dos chapadões e a região foi habitada, durante séculos, pelos índios Caiapós e Bororós que viviam da agricultura de subsistência.
A partir da década de 70, com a expansão pecuária e agrícola, o Cerrado sofreu mudanças significativas passando a ter outra característica, sobretudo, com a implantação de Brasília, que transformou o Centro-Oeste brasileiro em um pólo migratório resultando em grandes impactos ao ambiente natural.
Preocupado com a situação, um fazendeiro da região, sensibilizado pela caça indiscriminada, levou a idéia a um senador de Goiás para que fosse criado o parque nacional e, assim, proteger a ema, que corria grande risco de extinção.
Incrições rupestres, em Serranópolis 
Neste parque, os números de espécies encontradas são estonteantes e compreende um dos últimos refúgios ecológicos onde é comum o trânsito livre de animais silvestres. Ao percorrê-lo, facilmente podem ser avistados bandos de porcos-do-mato, capivaras, veados-campeiros, além das emas que correm soltas de um lado para o outro.
Também encontram-se animais que andam em menor quantidade, como tamanduás-bandeira, raposas, cachorros-do-mato, antas, tatus, jaguatiricas e até sucuris. Podem ser vistas algumas espécies que se encontram em fase de extinção, como lobo-guará, cachorro-do-mato-vinagre, tamanduá-mirim e o curioso tatu-canastra.
Entre as aves, há araras, corujas, curicacas, gaviões, gralhas-do-campo, maitacas, periquitos, papagaios, pássaros-pretos, pica-paus, seriemas, tucanos, urubus-de-cabeça-vermelha. Enfim, aqui habitam cerca de 400 espécies de aves, incluído 19 endêmicas e 14 ameaçadas de extinção.
O parque abriga ainda duas espécies endêmicas raras, como o bacurau-de-rabo-branco (Eleothreptus candicans) e o caboclinho-de-papo-branco (Sporophila palustris), vistas recentemente e suas ocorrências no Brasil limitam-se ao Parque Nacional das Emas.
Ameaças - Entretanto, toda esta riqueza biológica está seriamente ameaçada pela extensa fronteira agrícola no entorno da sua área, configurando-a com uma ilha isolada. A cada dia que passa as imensas plantações de soja, milho e algodão vão tomando conta da região. Um exemplo ocorre com as emas que, por não saber os limites do parque, invadem as fazendas vizinhas e comem os grãos e pragas contaminadas pelos agrotóxicos utilizados nas plantações.

domingo, 30 de março de 2014

Machu Picchu










Descoberta apenas em 1911, as ruínas da capital sagrada do Império Inca transformaram-se em um dos principais pontos de visita de aventureiros de todo o planeta. 


Machu Picchu, em si, guarda a cultura de uma sociedade que foi exterminada pela colonização, com fantásticas construções em pedra em meio a montanhas e vales. É o caminho até ela, porém, o maior atrativo para os aventureiros, que aproveitam os quatro dias de caminhada na Trilha Inca para conhecer as dificuldades, a beleza e as surpresas desta região da América Latina.

Avançando ao sul da Rocha Funerária, é possível avistar a maior construção de Machu Picchu, a Kallanka, que tem oito entradas na sua parte frontal e outras duas, uma de cada um dos seus lados. Pela sua localização próxima à Trilha Inca, suas dimensões e morfologia, esta construção aparenta ter sido uma espécie de estábulo e também servido de guarita para um número grande de pessoas.



História e Cultura

Culturas que se desenvolveram no noroeste da América do Sul, as chamadas civilizações andinas, sucederam-se em várias fases e áreas, de cerca do quarto milênio antes de Cristo até a conquista do império inca pelos espanhóis, iniciada em 1532.

As civilizações andinas ocuparam um território que se estendia do sul da Colômbia ao norte do Chile e noroeste da Argentina, e do litoral às regiões montanhosas, com grande variação climática e geográfica. Sua origem remontaria a um antigo e disperso povo de caçadores.
Não chegaram a conhecer a escrita e a roda e dividiram-se em dois grupos: as civilizações pré-incaicas e a inca. Encontraram-se na região vestígios humanos anteriores à descoberta da cerâmica, que se situaria por volta de 3500 a.C. De uma economia coletora, esses povos passaram a uma agricultura incipiente e iniciaram a domesticação do guanaco.
A primeira cultura expressiva surgiu em Chavín de Huántar, em território do futuro Peru, e sua influência estendeu-se pelos Andes centrais. A agricultura levou ao estudo dos astros, necessário à determinação dos ciclos agrários. O estilo artístico da cerâmica, a decoração dos tecidos e o trabalho da pedra foram as características do período, marcado pela representação de atributos felinos (sobretudo do puma, animal sagrado) em todas as manifestações de arte.
Nos primeiros séculos da era cristã, várias culturas independentes desenvolveram-se na costa e nas montanhas. A agricultura, bastante avançada, incluía também o cultivo da batata. As técnicas de tecelagem e metalurgia aperfeiçoaram-se.
Por volta do ano 1000, as técnicas agrícolas estavam aperfeiçoadas, sobretudo a de canalizar água para irrigação, e difundiu-se o uso de ligas de bronze. No início do século XII, salientou-se a cultura chimú, cuja capital, Chanchán, era bastante urbanizada, com ruas, moradias, cemitérios, reservatórios de água, zonas agrícolas e templos piramidais. Contava com um sistema governamental altamente desenvolvido e uma estratificação social que ia do humilde lavrador ao soberano divino.
A mais completa de todas as culturas andinas, a civilização inca desenvolveu-se ao longo de cerca de três séculos, a partir de uma pequena tribo que foi aos poucos incorporando militarmente as tribos vizinhas, até chegar ao maior e mais organizado império estabelecido na região.
Segundo as tradições orais dos incas, sua capital, Cuzco, foi fundada no início do século XIII pelo herói mítico Manco Cápac. A ele seguiram-se soberanos que ampliaram o território até meados do século XV, época da grande expansão do império. No período máximo, ele abrangeria a região da atual fronteira entre Colômbia e Equador até a parte central do Chile, cobrindo cerca de 4.800km2.
O "inca" ou imperador, descendente do Sol, era venerado como um deus. Na organização social, a ele seguiam-se os governadores de províncias, a nobreza, o clero e os chefes militares. O cidadão comum devia servir periodicamente nas forças militares ou nos empreendimentos públicos, como construção de estradas e templos, além de pagar um tributo em produtos agrícolas. A eficiência da administração foi favorecida pela construção de uma extensa rede de estradas, que partiam de Cuzco e alcançavam todos os recantos do império. O principal culto religioso dirigia-se ao Sol, a que se ergueram numerosos templos. Para os sacrifícios, utilizavam-se lhamas, sendo raros os sacrifícios humanos. Muitos desses rituais sagrados aconteciam em Machu Picchu.
A derrocada desse império constituiu um dos fatos mais assombrosos da história. Em 1532, o espanhol Francisco Pizarro chegou à região com apenas 180 homens. Aproveitando-se da luta entre os dois herdeiros do último imperador e sem um combate sequer, com sua escassa tropa Pizarro dominou o Império Inca.
A descoberta - O complexo arqueológico de Machu Picchu é um dos segredos mais escondidos dos Incas. Tanto é verdade que a cidade foi descoberta apenas no dia 14 de Julho de 1911, pelo pesquisador americano Hiram Bingham. Junto com um grupo de especialistas em topografia, história, geologia e engenharia da Universidade de Yale (EUA), Bingham pôde surpreender-se com a riqueza e de uma sociedade altamente sofisticada que fora dizimada pelos invasores espanhóis.

Clima

O clima de Machu Picchu não foge às características de toda a região dos Andes Peruanos. Há somente duas estações distintas: a estação das chuvas, que vai entre setembro e abril, e estação seca, que vai entre maio e agosto. Porém, Machu Picchu está próxima da parte peruana da floresta amazônica e, por isso, há a possibilidade de chuvas durante todo o ano. Nos dias mais quentes, a temperatura pode chegar até os 26ºc. No período mais frio, entre junho e julho, a temperatura chega a atingir –2ºc. A temperatura média anual é de 16ºc.

Vegetação e Relevo

A vegetação predominante da região onde se localiza Machu Picchu é a de floresta sub-tropical e a cidade está próxima da Amazônia peruana. É possível encontrar bromélias e orquídeas crescendo por entre as ruínas.
O Santuário Nacional de Machu Picchu está situado sobre um granito batizado de Vilcapampa Batholith, que conta com aproximadamente 400 km2. Esta formação provém da era Paleozóica ou Inferior Primária e tem uma idade aproximada de 250 milhões de anos. Trata-se de uma rocha vulcânica (magma esfriado depois de jogado por erupções das profundezas da terra). Sua composição geral conta com 60% de minério, 30% de quartzo e 10% de mica.

Alimentação

Tome muito cuidado com os alimentos que for ingerir durante o caminho até a cidade sagrada. O mesmo vale para a água. Nas cidades que levam à Trilha Inca, para quem faz a viagem terrestre, há uma infinidade de opções de restaurantes que têm, desde cozinha internacional, até pratos típicos de cada região. Procure estar sempre atento, apenas, aos cuidados com higiene.
Na Trilha Inca em si, não há restaurantes. Por isso, é importante que você se planeje corretamente ao levar a sua própria comida e utensílios corretos para prepará-la.

Hospedagem

Nas cidades, para quem for fazer o caminho terrestre, há várias opções de hotéis, desde os mais luxuosos até pequenas pousadas. Procure, se possível, deixar algo reservado (planejamento é algo que sempre ajuda a evitar transtornos nas viagens). Outra dica é tentar hospedar-se sempre nas proximidades das rodoviárias ou estações que for utilizar para dar prosseguimento à viagem. Esta é uma maneira de evitar atrasos.

Dicas Gerais

- Cuidados para evitar que você seja roubado durante a aventura são fundamentais.
Alguns deles:

  • Não mostre muito dinheiro ou jóias em público.
  • Quando carregar mochilas ou câmeras carregue na frente do corpo.
  • Não deixe valores em quartos de hotéis.
  • Não deixe sua bagagem descuidada. Se a colocar no bagageiro do ônibus, preste atenção se elas não vão ficar e o ônibus partir.
  • Quando entrar em cafés ou restaurantes, dificulte a ação do furto colocando a sua perna ou a da cadeira pela alça da mochila.
  • Fique atento aos batedores de carteira na multidão, ou com tentativas de distraírem você.
  • Mulheres sozinhas devem ser especialmente cuidadosas por serem consideradas alvos mais fáceis do que homens.
  • O que levar

    Abaixo, vão alguns itens importantes e indispensáveis, principalmente se você for optar por chegar a Machu Picchu através da Trilha Inca: - Um tênis confortável e outro para reserva, além de meias, de preferência especiais para caminhada.

  • Equipamento de camping, incluindo barraca, um bom saco de dormir, isolante térmico, utensílios de cozinha como panela, talheres, comida e água para três ou quatro dias ou mais.
  • Roupas impermeáveis, roupas leves para o calor e agasalhos para o frio, incluindo jaquetas contra o vento (anorak).
  • Tabletes para esterilização da água, um bom guia de viagem (recomendamos o livro Machu Picchu – Viagem à cidade sagrada dos incas, de Leon Hernandes Dziekaniak) e uma boa mochila (é aconselhável levar uma pochete para carregar valores junto ao corpo).
  • Repelente (há locais na Trilha Inca com uma grande quantidade de mosquitos).
  • Itens básicos: papel higiênico, uma faca e um kit de primeiros socorros, lanterna, além de uma câmera fotográfica.
  • Caso você não fale espanhol, é interessante levar um pequeno dicionário. Ele poderá ajudá-lo em momentos de emergência.
    Sobre as roupas: Lembre-se da variação da temperatura, independente do que diz o serviço de meteorologia. Você irá precisar de roupas para o frio e calor. O melhor é levar roupas de modo que quando esquente você possa tirar alguma e, quando esfrie, você possa recolocá-las. Escolha um calçado forte e bem confortável, botas pesadas não são necessárias ou aconselhadas.
  • quinta-feira, 27 de março de 2014

    Toscana

      Poucas outras regiões da Itália pode se gabar de um legado artístico com conteúdo tão profundamente enraizada no território e na cultura popular como Toscana 

    Florença, a cidade renascentista é a evidência mais óbvia; com os seus monumentos e o Hotel Florença você pode passar umas férias agradáveis ​​na capital toscana para descobrir art. 

    incrível terra de multiplicidade e artístico, histórico, cultural planejamento, monumental e urbana variada, ele abre all'ammirata patrulha pelo seu inúmeros convidados e admiradores, com a justa consciência de ser um farol de civilização por todo o Ocidente cristão.
    Se você está pensando longos quilômetros de praia, entre relaxamento e sofisticação, você estaria imerso na doce vida que anima a Versilia. Esta costa famoso, a partir da capa, emoldurada pelo arco orgulhoso dos Alpes Apuanos, a montanha mítica de mármore branco.
    Alpes, e da subida para catedrais de mármore, mas também o reino das cavernas e castelos encantados de Lunigiana. O branco deslumbrante das pedreiras de um lado e do vale verde selvagem de Garfagnana outro. Se você sente o chamado de espiritualidade, aguardar as florestas sagradas do Casentino com mosteiros e ermidas, uma camminoClicca para ampliar descoberta não só natural. Enquanto se você ama o som da floresta, é o palco para encantar a Mugello, terra aristocrática e atemporal.

      Estar em forma, em harmonia com você mesmo. Terme di Toscana é uma imersão completa, uma viagem dentro de si mesmo para recuperar o perdido bem-estar. 
    turismo é o novo milênio e Toscana é o spa das regiões italianas. Pense nas muitas nascentes com águas ricas em elementos naturais, as fontes já conhecidas na época do imperador Augusto, ou para aqueles preferidos por Matilda de Canossa, a praça de água onde Santa Caterina ou spa frequentado por Pirandello e Verdi.

      Hills, campos, fazendas, igrejas, castelos, vilas medievais: este é o cenário pitoresco que se apresenta para aqueles que visitam o interior da Toscana.A partir desta página você pode começar a aprender mais sobre o Chianti e Maremma ou pegar uma carona para o mundo da fazenda.





    Toscana

    quarta-feira, 19 de março de 2014

    Workshop CVC contou com o primeiro pronunciamento do novo ministro do turismo


    Workshop CVC contou com o primeiro pronunciamento do novo ministro do turismo 


    Vinícius Lages: “Estou muito feliz por poder participar de um evento de negócios como esse, afinal, é em momentos assim que as coisas acontecem"
        A solenidade de abertura do 20º Workshop CVC, realizada nesta manhã, dia 19, foi marcada pelo primeiro pronunciamento público do novo ministro do turismo, Vinícius Lages. A cerimônia ainda contou com depoimentos do presidente da CVC, Luiz Eduardo Falco, do vice-presidente de vendas, marketing e produtos, Valter Patriani, e do presidente do conselho de administração da operadora, Guilherme Paulus.   “Participar dessa edição é muito bom, afinal, são 20 anos dos 42 que a CVC tem de mercado. A operadora passa por um momento muito bom. Com o trabalho que tem sido realizado temos apresentado bons resultados, mas esses são consequência de uma ação conjunta de equipes, fornecedores e principalmente do mercado comprador. Juntando isso aos nossos agentes de viagens, é claro, que fazem a distribuição de todos os nossos produtos. O tema desse ano é ´Construindo juntos o futuro´ e não poderia ser diferente, pois só conseguimos construir o turismo ligando fornecedores, clientes, promotores, distribuidores e outros elementos. É assim que se faz o turismo. E mais uma vez o evento promete gerar negócios e oportunidades para todos”, considerou Falco.   Já Lages, que assumiu há pouco mais de dois dias, compartilhou o prazer de ter o evento da CVC como seu primeiro pronunciamento público. “Estou muito feliz por poder participar de um evento de negócios como esse, afinal, é em momentos assim que as coisas acontecem. Vivemos um período muito especial, não apenas pela condição de grandes eventos, mas pelo processo de transformações econômicas e os desafios que enfrentamos a cada dia. É um momento especial do turismo brasileiro, sobretudo para o conjunto de números que nós precisamos construir para destacar a importância do setor do ponto de vista econômico e social”, disse.   O ministro ainda enfatizou que o que a CVC adota nesse workshop tem uma importância fundamental, pois, diante da complexidade do turismo, articular produtos e promover destinos exige muita vontade e capacidade. “Fazer esse trabalho exige uma multiplicidade de fatores, e somente juntos podemos avançar. Nesse sentido, o evento não só estimula o setor, como abre um espaço de discussão de entidades aqui presentes. E aproveito esse espaço para convidar a todos os presentes a se engajarem nesse esforço para conquistarmos uma posição destacada, como País, no turismo”, finalizou.   Após encerramento de solenidade, foi realizado o corte simbólico da fita pelos executivos (juntamente ao novo ministro), dando início à abertura oficial do evento, que acontece durante todo o dia de hoje (19) e amanhã (20).