Vivo Fibra FSP

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uberaba


Memorial Chico Xavier

Na porta do quarto do Chico


Parque dos Dinossauros - próximo de Uberaba (Peirópolis)






Entorno





Shopping Center Uberaba

Vista aérea




Museu do Zebu











sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Uberlândia - Minas Gerais


Alguns pontos turísticos em Uberlândia...


Parque do Sabiá


Entrada

Igreja Nossa Senhora das Dores - Tradicional na cidade

Foto de Igreja Nossa Senhora das Dores

Teatro Municipal

Foto de Teatro Municipal de Uberlândia

Museu de Biodiversidade do Cerrado - Parque Siquerolli

Entrada do museu

Casa da Cultura

Foto de Casa da Cultura

Museu do Índio

Foto de Museu do Índio

Museu Municipal

Foto de Museu Municipal


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Nepal



O Reino do Nepal é um local cheio de opções para os aventureiros. Localizado entre a Índia e o Tibete, é uma terra de muitas cores, culturas ancestrais e cenários maravilhosos. 


A capital, Katmandu, conta com belos e grandiosos templos budistas e hindus, um convite à meditação mesmo para quem gosta de adrenalina. O mais importante marco do país para aventureiros do mundo inteiro é o Everest, montanha sagrada para os nepaleses e o mais alto local da terra. Além disso, o país conta com há 14 altas montanhas entre elas as oito maiores do mundo. É possível também aproveitar para fazer rafting, mountain bike e safaris na parte do país que é coberta por floresta.




História e Cultura

O que conhecemos hoje como Nepal era, até recentemente, um agrupamento de pequenos principados independentes que dominavam pequenas áreas, principalmente na região do Vale de Katmandu. Hinduísmo e budismo são seguidos em muitos templos bem cuidados e o comércio prospera e é bem organizado.

Os principados comerciavam com o Tibete e com a Índia. A cultura nepalesa desabrochou durante o reinado da dinastia Malla, que subiu ao poder no século XIII d.C e que reinou até 1769. Em 1482 o reino foi dividido entre 3 irmãos e 1 irmã. Cada um ficou com uma cidade do Vale, - Katmandu, Baktapur, Patan e Banepa - e cada um estabeleceu uma dinastia que competia com as outras em beleza arquitetônica. Grande parte dos templos e Durbars Suares, praça dos palácios reais, são deste período. Em 1769 após uma campanha militar que durou 10 anos Prithvi Narayan Shah, regente de uma região chamada de Gorkha, há 3 dias de caminhada a oeste de Katmandu, conquistou o Vale de Katmandu e unificou o país estabelecendo uma dinastia que reina o Nepal até hoje.

Clima

O Nepal segue o regime de monções tendo 3 meses, da metade de junho à metade de setembro, de chuvas. Para quem visita o Terai e a região dos Vales, a chuva não chega a atrapalhar. Já para quem vai fazer trekkings a época ideal é a primavera (março e abril ) e o outono (outubro e novembro), épocas em que a visibilidade das montanhas é ideal e a temperatura não muito fria. Durante o inverno é possível fazer trekking sendo que o único empecilho, contornável com bom equipamento, é o frio.

Vegetação e Relevo

Localizado na região do Himalaia, o Nepal conta com uma das maiores diversidades de flora do planeta. A presença de grandes altitudes, o clima e o solo da região dentro de uma pequena extensão gerou esta diversidadeÉ estimada a existência de aproximadamente 7 000 espécies de flores de plantas no Nepal e aproximadamente 5% delas não nascem em outras regiões do mundo.
O Nepal é um pequeno país sem saída para o mar com 800 km de oeste a leste e 200 km de sul a norte. Tem como fronteira ao norte o Tibete e ao sul, leste e oeste, a Índia. Segundo os mapas oficiais, o país conta com um total de 147, 181 km quadrados. Ele pode ser dividido em três regiões geográficas distintas: o Terai ao sul, com altitudes entre 400 e 1000 metros, geográfica e culturalmente semelhante à Índia; a região dos Vales, com altitudes entre 1.000 e 2.000 metros, onde está Katmandu e Pokara; e a região do Himalaia, com altitudes superiores a 2.000 metros. Nesta região há 14 altas montanhas entre elas as oito maiores do mundo. Destaque para o Monte Everest com 8.848 metros, a mais alta montanha da Terra.

Alimentação

A comida no Nepal é bastante monótona. Dal Baat Tarkari (lentilha, arroz e legumes) é a alimentação típica invariavelmente consumida 2 vezes ao dia, às 9 da manhã e às 6 da tarde. Para os turistas, porém, Katmandu oferece uma das maiores seleções de comidas internacionais da Ásia. Restaurantes italianos, indianos, tailandeses, japoneses e até mexicanos oferecem comidas saborosas e baratas. Durante o trekking a comida também é variada e saborosa não tendo porém legumes devido à altitude.
Bebidas alcóolicas Além de cerveja, que é encontrada em todos os restaurantes no Nepal, existem 2 bebidas locais, Rakshi, um destilado de grãos locais e Chang, um fermentado. Ambos são consumidos em todas as regiões do país.

Hospedagem

Kathmandu, principalmente, conta com várias opções de pousadas e hotéis, feitos especialmente para receber os vistantes que vêm do mundo inteiro para conhecer o país.

Dicas Gerais

Algumas pequenas regras. A cabeça é a parte mais nobre do corpo e os pés a mais poluída, portanto, não é muito aceitável tocar na cabeça das pessoas ou se apontar os pés para elas. Quando sentar, coloque os pés para trás ou sente-se na posição conhecida como lótus.
O contato físico entre homens e mulheres não é bem visto, portanto, qualquer tipo de carinho entre sexos deve ser feito privadamente e o cumprimento mais aceito é o Namaste, com as mãos juntas na altura do queixo principalmente entre homens e mulheres.

O que levar

As variações climáticas e de altitude do Nepal fazem com que, em qualquer época do ano, você tenha de estar preparado para tudo. Se você for para o Nepal durante o inverno, poderá usar somente uma camiseta se estiver caminhando na região de Terai.

Porém, caso faça um trekking até a base do Everest, necessitará de roupas térmicas adequadas. No Kathmandu Valley, o clima é agradável o ano todo mas varia muito de acordo com o horário. As temperaturas caem muito depois do entardecer e, mais uma vez, roupas para frio, meias e luvas são fundamentais. Como o nunca vale nunca fica congelado, muitas vezes um apenas suéter e uma boa jaqueta já são suficientes.

Para os escaladores, recomenda-se levar todos os aparatos para enfrentar muito frio. Já para os que pretendem percorrer trechos de bike ou têm problemas respiratórios, recomenda-se levar uma máscara de oxigênio.

Você também vai precisar de um guarda-chuva e uma capa de chuva no período das monções (do meio de junho até o final de setembro), principalmente em Pokhara, onde costuma chover muito. Protetor solar e cremes para a pele também são recomendados. Em Wildlife Park e outras áreas no Terai, não se esqueça de levar repelentes para insetos.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bento Gonçalves


 Bons Vinhos, Passeios, Compras e Esportes de Aventura.



  Bento Gonçalves está localizada no estado do Rio Grande do Sul, distante 130Km de Porto Alegre e 1020 Km de São Paulo. Sendo o maior produtor Nacional de vinhos como (Aurora, Don Laurindo, Salton, Miolo, Lídio Carraro e muitos outros…), mas Bento Gonçalves além de famosas vinícolas, poderá encontrar também excelentes queijos e salames que são produzidos na própria região, além de bons restaurantes especializados em galetos. Conta ainda com uma excelente rede hoteleira para atender aos turistas que procuram bons passeios e esportes de aventura.


mariafumaca-bentogoncalves

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Parques Aquáticos da Disney




  É o nosso parque aquático preferido. É muuuito legal!! Não é tão radical como o Blizzard Beach, mas é muito gostoso. Imagine uma praia linda do Caribe, de areias brancas, com veg)etação exuberante e distante um vulcão com um barco pirata dependurado...(por causa de uma forte tempestade!

  Que delícia, é tudo de mentirinha, mas não faz mal. Aqui começa Typhoon Lagoon! O ponto alto do parque é esta piscina de ondas, simplesmente a maior do mundo. Tudo é tão caprichado nos detalhes, que de repente você se esquece que está em Orlando...! É um parque imperdível, que a família toda vai querer voltar !




"Mayday", "Gangplank" e "Keelhaus Falls" são quedas em que você certamente descerá de bóia umas mil vezes! Os "Storm Slides" são 3 níveis de tobogãs muito gostosos, um deles é no escuro,outro mais suave, outro mais rápido e forte. Aproveite, vá em todos!






Atenção surfistas, para quem se amarra em altas ondas, surpresa; aqui vocês também podem pegar ondas de verdade! Uau, basta pagar um taxa extra e é possível praticar surf em grupos de 10 a 20 pessoas antes da abertura do parque.






Outra coisa demais: aqui é possível mergulhar no fundo do mar, ver os peixes multicoloridos e nadar com tubarões!!! Eles emprestam máscara, snorkel e colete salva-vidas...a coragem é por sua conta e o visual incrível !


Crianças menores de 10 anos precisam estar acompanhadas por um adulto.





Blizzard Beach 

É o mais radical parque aquático da Disney, muito legal e emocionante!!! Prepare-se porque a maioria das atrações ficam no alto, e a escada principal tem 127 degraus. Que valem MUITO a pena! Repare nos detalhes de gelo derretendo pelo caminho.




Discovery Cove


O Discovery Cove é uma aventura familiar incrível, onde você pode nadar com golfinhos, arraias, e aprender muito também! (Idade mínima 6 anos) No Discovery Cove, você terá a experiência de entrar em contato com os animais mais fascinantes do mundo, num verdadeiro paraíso, com corais, peixes multicoloridos, aves. Você pode até ser "Treinador por 1 dia"! O Discovery Cove é um paraíso de lagoas rochosas circundadas por uma paisagem exuberante, rios tropicais, praias brilhantes de areias brancas, cachoeiras, difícil será ir embora...



Crianças menores de 10 anos precisam estar acompanhadas por um adulto.

sábado, 26 de julho de 2014

Passeios de trem pelo Brasil


 Convenhamos,  na Europa umas das melhores coisas é que você quase sempre tem como opção pegar um trem e ir onde quiser. Isso também se torna uma conveniente escolha para os nossos bolsos.
E se ainda você não se importa com o tempo gasto, mas sim com as maravilhosas e diferentes paisagens que poderá ver, creio então que uma viagem de trem será realmente uma boa pedida.
Infelizmente no Brasil, nosso sistema ferroviário (me refiro aos trens de maiores distâncias e não metrôs por exemplo) tem como finalidade raramente o trasporte de mercadorias. Antigamente até mesmo essa finalidade tinha uma maior frequencia, hoje em dia, a preferência está para o trasporte rodoviário.
Tamanha a desconsideração por esse meio de transporte por parte da maioria dos brasileiros, que precisamos de um francês para tentar reativar esse sistema.
Estou falando de Patrick Henri Ferdinand Dollinger, que em 1977 fundou a ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária com o objetivo de preservar e conservar o patrimônio histórico ferroviário brasileiro.
Hoje, além da ABPF, temos uma outra associação (ABOTTC – Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais) que juntas estão trabalhando na revitalização e recuperação do prestígio dos nossos caminhos de ferro.
Os passeios de trem e bonde atualmente ainda preservam um certo charme de antigamente e são inesquecíveis na forma dinâmica como contam a história das cidades, reservando surpresas em seus roteiros serranos, rurais e urbanos. O horário e o valor das passagens varia de acordo com roteiros e distâncias; os trens podem ser fretados por grupos mediante consulta prévia com a operadora indicada em cada roteiro.
Segue abaixo a relação de passeios de trens atualmente disponíveis:
Trem da Vale
Desde maio de 2006 os visitantes das cidades históricas mineiras contam com mais uma atração: o passeio pela ferrovia entre Ouro Preto e Mariana totalmente recuperada pela Companhia Vale do Rio Doce. Os seis vagões com capacidade para 320 passageiros são puxados por uma locomotiva maria-fumaça de 1949. Um vagão panorâmico dotado de paredes de vidro transparente, permite observar melhor a paisagem ao longo do percurso. Para reviver o clima do passado, os tíquetes da passagem são perfurados por agentes de viagem vestidos ao rigor da época e as estações das duas cidades oferecem atrações culturais.
TremVale
Saída: Ouro Preto – MG
Destino: Mariana – MG
Percurso: 18Km
Atrações: o trajeto segue o percurso do Ribeirão do Carmo, passando por quatro túneis, vales e despenhadeiros, e pelas antigas estações Passagem de Mariana e Vitorino Dias.



Trem das Águas
Esta antiga ferrovia foi projetada e construída por ingleses há 115 anos, e percorrida por D. Pedro II e toda sua comitiva imperial em busca do ameno clima mineiro e das saudáveis águas minerais da região. Isto lhe valeu o apelido de Trem das Águas. Os passageiros vivem o clima de outros tempos, ouvindo o canto dos violeiros que animam o trajeto e o apito de uma original maria-fumaça Baldwin de 1929.
TremAguas
Saída: São Lourenço – MG
Destino: Soledade de Minas – MG
Percurso: 10Km
Atrações: Parque das Águas de São Lourenço. Museu Ferroviário; Estação de arquitetura colonial inglesa e seus azulejos originais de Soledade de Minas; barraquinhas de artesanato e culinária mineira.



Estrada de Ferro Oeste de Minas
O passeio pode começar nas pequenas estações de São João Del Rey ou de Tiradentes, construídas em 1881 para servir a Companhia de Ferro Oeste de Minas, seguindo o estilo das estações mineiras edificadas no final do séc. 19. São João Del Rey preserva o famoso Museu Ferroviário e a rotunda, “mecanismo pelo qual a
locomotiva inverte sua posição na linha férrea e, com uma curta manobra, engata-se novamente aos vagões para regressar à cidade”. A curiosidade fica por conta da bitola do trem, 0,76 metro, a única no mundo inteiro com esse tamanho.

TremOesteMinas
Saída: São João del Rey -MG
Chegada: Tiradentes
Percurso: 13Km
Atrações: cidades históricas; rotunda da estação de São João Del Rey e Museu Ferroviário; o Rio das Mortes, palco da Guerra dos Emboabas (1707-1709); a Serra de São José; as fazendas mineiras.


Estrada de Ferro Vitória-Minas
A ferrovia, administrada pela Companhia Vale do Rio Doce, vê passar diariamente o Trem da Vale, como seus 19 vagões, transportando 1.700 passageiros a cada viagem e percorrendo o mesmo caminho dos bandeirantes de alguns séculos atrás. São 664km em 12h20min, 26 estações, atravessando o Quadrilátero Ferrífero e o Vale do Rio Doce a uma velocidade média de 68km/h. Há vagões executivos com comissárias e garçons, vagões econômicos e um carro-restaurante.
TremVitoriaMinas
Saída: Belo Horizonte – MG
Destino: Vitória – ES
Percurso: 664Km
Atrações: ao longo da viagem vão surgindo fazendas, cidades, pequenas comunidades. O caudaloso Rio Doce e seus remansos. Represas, túneis, serras, viadutos e velhas estações



Trem da Serra da Mantiqueira
Trem da Mantiqueira faz um percurso de 1h15min embalando antigas lembranças num belo passeio, sempre aos sábados e domingos, com parada na Estação de Manacá para a compra de artesanato e deliciosos doces caseiros. Ao final do passeio está prevista uma visita ao Túnel, palco das revoluções de 30 e 32, onde, no passado, aconteceram duros combates entre mineiros e paulistas e recentemente foram gravadas cenas das minisséries Mad Maria e JK.
TremSerradaMantiqueira
Saída: Estação Central de Passa Quatro -MG
Destino: Estação Coronel Fulgênico – MG
Percurso: 12 Km
Atrações: os belos e preservados casarões de origem portuguesa e francesa de Passa Quatro; pinheiros centenários e araucárias; o Túnel; artesanato e gastronomia mineira.



Trem do Forró
Os passeios neste trem são feitos por ocasião das festas juninas; os passageiros são convidados a participar das comemorações, cantando e dançando em todos os vagões, cada qual animado por um trio de forró.
TremdoForro
Saída. Marco Zero da cidade de Recife – PE
Destino: Cabo de Santo Agostinho – PE
Percurso: 42Km
Atrações: Cabo de Santo Agostinho, um paraíso de águas transparentes, vegetação tropical, rochedos e piscinas naturais, a 42km de Recife.



Serra Verde Express da Graciosa
A ferrovia imperial, ligando Curitiba a Paranaguá desde 1880, foi um arrojado projeto para sua época. Hoje leva turistas encantados a cada ponte, túnel e paisagem avistados ao longo da viagem entre o litoral ao planalto, vencendo os contrafortes da Serra do Mar, passando pela Serra da Graciosa, a caminho do mar. O momento mais emocionante dá-se quando a locomotiva aponta na curva da serra, no trajeto entre Curitiba e Morretes, parecendo supensa no ar.
TremSerraVerdeExpress
Saída: Estação Rodoferroviária de Curitiba – PR
Destino: Marumbi/Morretes/Paranaguá – PR
Percurso: 110Km, com duração de 8h em trem e 9h em litorina
Atrações: Parque Estadual do Marumbi, região belíssima com vegetação de mata atlântica, rupestre e campos de altitude; Estação Marumbi onde descem alpinistas e trekkers; Pico do Marumbi, 1.547m de altitude em meio a uma cadeia de montanhas; quedas d’água (70m) do Rio dos Macacos sobre laje granítica; vista
panorâmica da Serra da Graciosa; curvas, túneis, viadutos e pontes; e guias que informam sobre a história local e pontos turísticos.



Maria-Fumaça Sesc Mineiro Grussaí
Junto a uma praia tranqüila, no município de São João da Barra, Rio de Janeiro, está localizado o SESC Mineiro / Grussaí, com sua moderna infra-estrutura de convenções e lazer. Um animado passeio de trem maria-fumaça permite conhecer todas as instalações.
TremGrussai
Saída: Estação Bom Despacho Sesc Mineiro Grussaí – RJ
Destino: Estação Bom Despacho Sesc Mineiro Grussaí – RJ
Percurso: 10Km
Atrações: show musical na estação; a sede do SESC Grussaí com completa infra-estrutura de esporte, lazer e convenções.



Trem da Estrada Real
Deixando Paraíba do Sul, o trem passa pela ponte giratória, tomando o rumo da ponte Dr. Leopoldo Teixeira Leite, de construção inglesa datada de 1895. Cruzando os bairros Jatobá, Bela Vista, Vila Salutaris e Inema, chega-se à Estação Werneck, onde o turista encontrará produtos artesanais e doces típicos. Seguindo o percurso, o trem cruza a área rural do município em direção à Estação de Cavaru, vilarejo com antigo armazém, igreja, cafeteria e venda de artesanato. Depois de fazer o giro na rotunda desta estação, o trem retorna ao centro da cidade.
TremdaEstradaReal
Saída: Estação Ferroviária / Centro Cultural de Paraíba do Sul – RJ
Destino: Estação Cavaru – RJ
Percurso: 14Km
Atrações: cidade de Paraíba do Sul, a 135km do Rio de Janeiro; ponte giratória; Ponte Dr. Leopoldo Leite, Estação Werneck, Estação Cavaru e rotunda.



Trem do Corcovado
Inaugurada por D.Pedro II em 1884, a Estrada de Ferro do Corcovado acompanhou momentos importantes da história do Rio de Janeiro. Pelos seus trilhos foram transportadas, a partir de 1927 e durante quatro anos, as peças para construção do Cristo Redentor. Os trens de hoje, importados da Suíça, percorrem os 3.824m de linha férrea por terreno íngreme, conduzindo mais de 600.000 pessoas por ano ao alto do Corcovado.
TremCorcovado
Saída: Bairro Cosme Velho – RJ, diariamente das 8h às 18h30
Destino: Alto do Morro Corcovado – RJ
Percurso: 3.824m
Atraações: Floresta da Tijuca, Monumento Cristo Redentor, Vista do Mirante para a cidade do Rio de Janeiro e a antiga Estação Cosme Velho.



Bonde Santa Teres
O Bairro de Santa Teresa é uma das grandes atrações culturais e históricas do Rio de Janeiro. Cada esquina das ruas estreitas e sinuosas parece preservar um pouco do passado. O Bonde Santa Teresa completa este cenário bucólico e encantador que inclui antigas chácaras, restaurantes, ateliês, lojas de artesanato.
BondeSantaTeresa
Saída: Estação do Largo da Carioca, Rua Lélio Gama, centro da cidade – RJ
Destino: Bairro Santa Teresa – RJ
Percurso: circulam por Santa Teresa a Linha Paula Matos e a Linha Dois Irmãos, com roteiros especiais aos sábados.
Atrações: o bonde sai do centro da cidade, passa sobre os Arcos da Lapa, e segue ao encontro de suas atrações como a Igreja e Convento Santa Teresa, o Largo do Curvelo, os Largos Guimarães e das Neves no centro do Bairro Santa Teresa, o Parque das Ruínas, o Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, o Museu Casa de Benjamin Constant, o Museu Chácara do Céu, ateliês, lojas de artesanato, adegas, bares e restaurantes.



Trem do Vinho
No início do séc. 20, a maria-fumaça era um meio de transporte muito utilizado por passageiros e para transporte de carga pelos sinuosos caminhos da serra gaúcha. Hoje, é um passeio turístico à moda antiga. Antes de embarcarem no trem a vapor, os turistas são recebidos na estação de Bento Gonçalves com degustação de vinhos e queijos. No percurso, um típico coral italiano passa de vagão em vagão. A recepção em Garibaldi acontece ao som de canções gaúchas e italianas, enquanto todos brindam com champanhe. Em Carlos Barbosa, um show de música italiana marca o momento de confraternização.
TremVinho
Saída: Bento Gonçalves . RS
Destino: Garibaldi/Carlos Barbosa – RS
Percurso: 23Km
Atrações: a paisagem serrana, apresentações teatrais e de danças típicas dos imigrantes, degustação de queijos vinhos e champanhe.



Trem da Serra do Mar
Desde a Estação Ferroviária de Rio Negrinho percorre-se um nostálgico roteiro pela serra do norte catarinense entre montanhas, túneis e cachoeiras. A Estação (1913) abriga o Museu Dinâmico da Maria-Fumaça e seu acervo – oito locomotivas a vapor, peças e vagões antigos – conta parte da história ferroviária no Brasil. Chegando à Estação de Rio Natal, colônia polonesa no interior de São Bento do Sul, os turistas são recebidos com música folclórica e almoço típico que inclui pirogue – um pastel cozido recheado com requeijão – o alusque, folhas de repolho cozido recheadas com arroz e carne, e nhoque de batata doce.
TremSerradoMar
Saída: Ferroviária da cidade de Rio Negrinho – SC
Destino: Estação Ferroviária de Rio Natal – SC
Percurso:42Km
Atrações: acervo do Museu da Maria-Fumaça; paisagens deslumbrantes da mata atlântica e da Serra do Mar, gastronomia típica polonesa.



Bonde dos Imigrantes
O bonde, tipo aberto, fabricado pela inglesa Hurst Nelson em 1912, totalmente recuperado nas oficinas da Estrada de Ferro Campos do Jordão, circula por trilhos na Rua Visconde de Parnaíba. O trajeto entre o Memorial do Imigrante e a Estação Bresser não é longo, mas traz recordações da história local.
BondeImigrantes
Saída: Estação Memorial dos Imigrantes – SP
Destino: Estação Bresser do Metrô – SP
Percurso: 600m
Atrações: do Imigrante e Hospedaria do Imigrante.



Bonde Turístico de Santos
Um bondinho da década de 20, um dos raros remanescentes da época e totalmente restaurado, faz a Linha Turística da cidade de Santos. Em seu trajeto, o bonde percorre a Rua General Câmara, Rua do Comércio, Largo Marquês de Monte Alegre, Rua Tuiuti, Praça Barão do Rio Branco, Rua Augusto Severo e Rua Cidade de Toledo, voltando ao ponto de partida.
BondeSantos
Saída: Praça Mauá, centro – SP
Destino: Praça Mauá, centro – SP
Percurso: 1,7Km
Atrações: belas construções históricas, erguidas entre os séculos 17 e 19, como o Conjunto do Carmo e a Estação Santos-Jundiaí que lembra a Victoria Station de Londres; a Casa de Frontaria Azulejada
em estilo neoclássico; a Praça Mauá e o Palácio José Bonifácio.



Bonde Monte Serrat (Santos)
No coração da cidade de Santos, destaca-se o Santuário de N. Sra. de Monte Serrat, a 157m de altitude. O acesso é feito por bondinho em sistema funicular, projetado e executado pela Sociedade Anônima Elevador Monte Serrat. Na época da inauguração em 1927, o projeto incluía terraços e um cassino que funcionou até sua interdição em 1946, tendo recebido políticos, artistas nacionais e internacionais e grandes orquestras. Os salões conservam as características originais da época, inclusive o mobiliário.
BondeMonteSerrat
Saída: Monte Serrat – SP
Destino: alto de Monte Serrat – SP
Percurso: 300m
Atrações: o próprio Complexo Monte Serrat; o mirante que proporciona uma vista de 360º de toda ilha; os aspectos históricos do local.



Trem de Atibaia
Antes do alegre passeio na locomotiva de 1881, os visitantes são convidados a visitar o Museu Ferroviário que reúne peças de mais de cem anos, uma ponte ferroviária de 1895, giradouros de locomotivas de 1882, vagões de passageiros, carro postal e vagão – restaurante. A oficina é outra grande atração, pois aqui se pode acompanhar todo o processo de restauração de vagões e locomotiva.
TremAtibaia
Saída: Estação Atibaia
Destino: Estação Atibaia
Percurso: 1,3Km
Atrações: Museu Ferroviário e as oficinas onde são restaurados os trens. As atrações naturais de Atibaia como a Pedra Grande, a Serra de Itapetinga; os esportes de aventura; a Represa da Usina; a Festa de Flores e Morangos.



Estrada de Ferro Perus-Pirapora
A estrada de ferro foi construída em 1914, com bitola de 0,60m, e se destinava ao transporte de romeiros até Bom Jesus de Pirapora. Jamais chegou a tal destino, tendo sido desviada no km 15 para Cajamar e usada como ferrovia industrial até 1983. Hoje, recuperada em 2km de seus 21km, vê passar novamente a locomotiva a vapor, fabricada pela empresa francesa Decauville Ainé em 1912 e restaurada em 2005. É o projeto do trem turístico-ambiental em andamento. A cada passeio, sempre previamente agendado e para grupos organizados, a fornalha é acesa com lenha três horas antes de iniciar-se o percurso.
TremPerusPirapora
Saída: Perus – SP
Destino: Perus – SP
Percurso: 2Km
Atrações: a mata do Parque Anhangüera; o percurso ao longo do Rio Juquery



Trem dos Imigrantes
Nada melhor do que percorrer de trem a história da cidade de São Paulo e os marcos de sua imigração, saindo da Estação Memorial dos Imigrantes e a ela retornando. Uma plataforma, ambientada no início do séc. 20, acolhe os passageiros que vêem chegar a maria-fumaça puxando o carro bagagem, correio e chefe de trem (1914), o carro de passageiros de segunda classe (1900) e o carro de passageiros de primeira classe (1914), todos restaurados no Memorial.
TremImigrantes
Saída: Estação Memorial dos Imigrantes – SP
Destino: Estação Memorial dos Imigrantes – SP
Percurso: 3Km
Atrações: Memorial do Imigrante; Hospedaria do Imigrante; o próprio bairro da Mooca e o Bairro do Brás em São Paulo.



TTU – Trem Turístico Urbano
Circula dentro de Campos do Jordão, em um percurso de 4km entre a Estação Emílio Ribas, em Capivari, e a Estação Abernéssia; a composição inclui uma automotriz fechada e a “jardineira” com laterais abertas.
TTU-Turisticocampos
Saída: Campos do Jordão – SP
Destino: Campos do Jordão – SP
Percurso: 4Km
Atrações: Excelente opção de passeio para quem vai permanecer apenas um dia na cidade.



Estrada de Ferro Campos do Jordão
Levando os passageiros com o maior conforto, música ambiente, poltronas reclináveis, janelas panorâmicas e serviço de bordo, o Trem da Serra faz três roteiros diários atravessando a Serra da Mantiqueira.
EstradadeferroCamposJordao
Saída: Pindamonhangaba – SP
Destino: Campos do Jordão – SP
Percurso: 47Km
Atrações: o belo percurso de 47km cruza a Ponte do Rio Paraíba do Sul, faz a primeira parada no Balneário Reino das Águas e segue para a Estação de Santo Antônio do Pinhal; durante o trajeto, observa-se toda a beleza do Vale do Lajeado e da Pedra do Baú; depois de uma pausa de 4h em Campos do Jordão, retorno a
Pindamonhangaba. 2. Campos do Jordão/Santo Antonio do Pinhal: 19km, embarcando na Estação Emílio Ribas, na Vila Capivari; o percurso proporciona uma visão panorâmica do ponto ferroviário mais alto do País (1.743m), chegando à Estação de Santo Antônio do Pinhal, onde é possível fazer compras e apreciar a paisagem do Mirante N. Sra. Auxiliadora. 3. Pindamonhangaba/Parque Reino das Águas Claras: percurso em 45’; o parque é dotado de ampla área verde decorada com personagens do escritor Monteiro Lobato.



Viação Férrea Campinas-Jaguariúna
Por esta ferrovia, recentemente restaurada, que escoava a produção cafeeira do fim do séc. 19, hoje se revivem os tempos da Cia. Mogiana de Estradas de Ferro, das fazendas de café e das antigas estações. A maria-fumaça, que embala o passeio turístico, passa pelas estações de Pedro Américo, Tanquinho, Desembargador Furtado, Carlos Gomes, até chegar em Jaguariúna.
TremJaguariuna
Saída: Estação Anhumas de Campinas – SP
Destino: Jaguariúna – SP
Percurso: 24,5Km
Atrações: Estação de Anhumas; Museu Dinâmico Viação Férrea Campinas-Jaguariúna; parada estratégica em Pedro Américo para apresentação do funcionamento da locomotiva e demais estações que datam de 1920.



Bondinhos de Campos do Jordão
Cartão postal de Campos do Jordão, os bondinhos vermelhos A-5 e A-7 (1924) e A-6 (1930), fabricados em Nuremberg, Alemanha, circulam pela cidade como meio de transporte da população e de turistas.
BondeCampos
Saída: Estação Emílio Ribas, em Capivari – SP
Destino: Estação Emílio Ribas, em Capivari – SP
Percurso: 16Km ida e volta
Atrações: a Estação Emílio Ribas em estilo alpino; o centro turístico da Vila Capivari; as vilas Jaguaribe e Abernéssia; a parada na Estação São Cristóvão no sopé da Serra da Mantiqueira.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Rio Araguaia


História



O Rio Araguaia (rio das araras ou papagaio manso , no dialeto Tupi)-  nasce em Goiás, nas formações elevadas existentes no Parque Nacional das Emas, reserva ecológica - área de proteção ambiental - situada na divisa dos estados de Goiás e Mato Grosso, próximo à cidade de Mineiros. 


Pertence à bacia amazônica e, ao longo de mais de 2000 km de curso, marca a divisa dos estados de Mato Grosso e Goiás, Mato Grosso e Tocantins e, ainda, Pará e Tocantins, desaguando no Rio Tocantins, na tríplice divisa de Tocantins, Pará e Maranhão. 


Em quase toda a extensão de seu curso, apresenta, no período que vai de maio a outubro, praias de areias brancas e limpas, o que, aliado a uma fauna e flora bastante rica em espécies e volume, vem despertando a atenção do turista e dos amantes da natureza no mundo inteiro. A atividade da pesca amadora reforça o poder de atração de toda a região. 


O Araguaia pode ser navegado em grande parte de seu curso, o que levou a constituição de equipes de estudo para avaliar as possibilidades e viabilidade da construção de uma hidrovia interligando o Araguaia e o Tocantins. Em seu terço final, ocorrem inúmeras formações rochosas, ocasionando travessões de pedras de maior ou menor proporção. As corredeiras/cachoeiras de Santa Izabel, após a localidade de Xambioá (TO) um espetáculo à parte. 


À medida em que ganha velocidade o desenvolvimento tecnológico, trazendo conseqüências inúmeras, inclusive em um interior até aqui pouco tocado, assume proporções críticas o debate sobre como conviver com o meio-ambiente. Possivelmente seja aqui que, ações como a implantação, através do IBAMA, da Área de Proteção Ambiental Meandros do Rio Araguaia e do RAN - Centro de Conservação de Répteis e Anfibios assumam relevância singular. 


O impacto ambiental passível de ser provocado por projetos necessários e úteis mas de futuro difícil de ser previsto é uma preocupação real e legítima. Interesses apoiados em cifras astronômicas não raro esbarram na consciência da responsabilidade da qual não podemos nos furtar, com relação às gerações que nos sucederão. 


Mas o homem pode, e deve, conviver com todos esses tesouros e é nesse contexto que vemos no turismo ecológico consciente uma razão válida para a união de esforços que permita o aproveitamento de uma grande parte do potencial contido nessa imensa região. 


Aos poucos, vem sendo criada uma infra-estrutura que favorece a atividade, já existindo diversos pontos turísticos com condições de receber bem, visitantes de qualquer parte do mundo. 


Pesca: 


É possível encontrar no Araguaia inúmeras espécies de peixes: Pintado, Piraíba (também chamada piratinga ou filhote), Bargada (ou surubim-chicote), Barbado, Piau, Piavuçu (ou piau cabeça-gorda), Piapara, Cachorra, Dourada(ou Apapá), Jau, tucunaré (açu, pitanga, amarelo, paca), Abotoado (ou peixe-porco), Caranha, Corvina, Pacu, Pirarara, Tuvira, Arraia, Piranha (vermelha, preta, branca), Tubarana, Jaraqui, Pirarucu (ou pirosca), Aruanã, Traíra, Acará, Candirú, Mandi, Bicuda, Fidalga (ou boca-larga), Piabas, Piabanha, Curimatã (ou papa-terra)...


Para o exercício da pesca amadora é necessária a obtenção de uma licença (onerosa), que pode ser obtida junto ao IBAMA ou órgãos estaduais de proteção ambiental. Também é necessário observar os limites de tamanho mínimo (por espécie) e da quantidade máxima (peso total) de pescado que cada pescador licenciado pode capturar e transportar. Esses elementos são estabelecidos pelo IBAMA e variam de região para região.


De ano para ano, tem-se observado uma crescente tendência no sentido de restringir ao máximo a atividade da pesca no Araguaia, quer limitando a quantidade passível de ser capturada, quer limitando ou mesmo proibindo a possibilidade de ser transportado o produto da pesca. Tudo aponta para um futuro, mais ou menos próximo, em que somente será possível a prática da modalidade "pesque e solte", de pesca esportiva.